sexta-feira, 18 de julho de 2008

Filmes - A Laranja Mecânica


A Laranja Mecânica (1971)

A partir de um best-seller de Anthony Burgess, Stanley retrata a violência sem objetivo dos jovens combatida pelo autoritarismo sem freios do Estado e faz um painel assustador da sociedade européia e do próprio mundo moderno. o que era pra ser um retrato da época até hoje continua um tema atual mas a historia é a seguinte Alex (Malcolm McDowell) faz parte de um grupo de adolescentes praticantes da ultra-violência. No início do filme é mostrada toda sua Agressividade , ao invadirem um lar e barbarizarem Frank Alexander um escritor (Patrick Magee) e sua mulher (Adrienne Corri). Mas eles não param por ai e continuam barbarizando até que Alex é preso, as autoridades lhe oferecem uma opção para escapar de longa sentença: submeter-se a um tratamento que lhe fará sentir insuportável aversão diante de qualquer cena ou ato violento. Por engano, a terapia acaba incutindo-lhe também repulsa à música de Beethoven, que adorava. Alex é libertado, mas se tornou incapaz de reagir à brutalidade do seu ambiente. Isto faz dele uma vítima fácil não apenas das gangs, mas também da vingança de Frank Alexander, que jamais se conformou com os maus tratos sofridos pela gangue de Alex. Malcolm McDowell tem uma atuação fodastica...engraçado diferente tem horas em que eu penso se fosse um outro ator fazendo o papel o filme nunca teria tido o mesmo sucesso apesar de ter uma ideia interessante mas gosto da personalidade de alex das caricatices que ele faz no filme, as coisas q diz tem expressoes engraçadas e a forma como ele diz se torna mais engraçado do que a coisa em si. cenas legais é a hora da cadeia em que tem um guarda que parece o hittler, depois a hora q ele sai com as duas garotas aquele avanço de imagens junto com a musica ficou bem legal... na hora que os caras resolvem mudar as regras da gangue e esperam ele la embaixo do predio tambem é legal o dialogo...mas enfim vale a pena conferir e ter sua opinião sobre este classico de Stanley Kubrick.

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